meio-ambiente

Operação Cervo do Pantanal faz cerco a desmatamentos ilegais

Sinopse MS

Edição: Sérgio Botêlho

Manchete e submanchetes do portal do Correio do Estado.

Operação Cervo-do-Pantanal. PMA aplicou mais de R$ 1 milhão em multas por desmatamento ilegal/

Naviraí. Adolescente de 17 anos furta residência, bate carro em muro na fuga e é apreendido pela oitava vez no ano. Ele invadiu e furtou residência em Naviraí; Rapaz tem extensa ficha criminal/

Improbidade administrativa. Com uma canetada, desembargador suspende 78 ações contra Kayatt. Magistrado critica promotores por perseguição/

Calor intenso. Cidades de Mato Grosso do Sul ficam entre as 10 mais quentes do Brasil. Três municípios registraram temperaturas acima de 36°C/

IR 2018. Número de declarações do Imposto de Renda supera meta da Receita. Foram 29,2 milhões de documentos, índice 1,63% maior que em 2017/

Prédio desabou. Bombeiro atualiza para 34 números de desaparecidos em incêndio de SP/

Em Dourados. Francês que mora em SP é preso com super-maconha escondida em estepe de carro. Droga seria levada para abastecer ‘playboys’ da capital paulista/

Fies: prorrogado prazo de inscrição para pré-selecionados/

Campo Grande. Festa do Trabalhador reúne milhares de pessoas na Praça do Rádio. Participantes afimam que sorteio de veículos é principal interesse/

 

Manchete e submanchetes do jornal Correio do Estado

Capa

Auditoria custa R$ 1,5 milhão e folha de servidores aumenta. Campo Grande. Contratada com o objetivo de reduzir gastos e melhorar a gestão da prefeitura, a empresa Techne Engenharia ainda não divulgou os resultados da auditoria na folha de pagamento dos 28 mil servidores, entre eles ativos e inativos. A menos de dois meses de o contrato ser finalizado, em vez de reduzir, os gastos com a folha de pagamento cresceram de R$ 107 milhões para R$ 119 milhões/

Dia do trabalhador. Música, festa e filantropia. organizada pela Força sindical, com apoio do governo estadual, a festa em comemoração do Dia do Trabalhador reuniu centenas de pessoas na Praça do rádio. o evento arrecadou mais de 20 mil toneladas de alimentos não perecíveis/

Desmatamento ilegal é alvo de operação. O desmatamento em áreas de preservação das bacias do Paraná e Paraguai, no Pantanal, gerou R$ 1,05 milhão em multas. Ao todo, 48 fazendeiros foram autuados na Operação Cervo do Pantanal, da Polícia Militar Ambiental em parceria com o Ministério Público Estadual/

Segurança. Polícia intensifica ações na área central/

Canetada. TJMS suspende 78 ações contra Flávio Kayatt/

Reflexos. Embargo derruba preços da carne de frango em até 21,5% nos supermercados/

Venda de caminhões volta a crescer/

MS tem três cidades entre as mais quentes do país/

Prédio desaba no centro de São Paulo. Um prédio público, ocupado por 317 moradores de rua, desabou na madrugada desta terça-feira, no centro de são Paulo, após um incêndio. Uma vítima era resgatada pelos bombeiros no momento do desabamento. o trabalho de buscas se estendeu por todo o dia de ontem. outras 45 pessoas também não foram localizadas.

 

Página 3 – Política

Improbidade administrativa. Com uma canetada, desembargador suspende 78 ações contra Kayatt. Magistrado critica promotores de Justiça por promoverem perseguição ao conselheiro. O desembargador Amaury da Silva Kuklinski mandou comunicar os juízos de Direito da 2ª e 3ª Varas Cíveis da Comarca de Ponta Porã sobre o cumprimento imediato à liminar concedida, suspendendo a tramitação das 78 ações do Ministério Público contra o ex-prefeito e hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Flávio Kayatt/

Sucessão estadual. Pré-candidatos não aparecem na festa do trabalhador na Capital/

Dinheiro da Odebrecht. Para PGR, Palocci pediu propina para dar “perenidade” à relação criminosa.

 

Manchete e submanchetes do portal MidiaMax

Estado e município gastam quase R$ 25 milhões com processos na Saúde. Valor gasto com processos cresce todos os anos/

Ladrões atiram contra agente por três vezes e arma falha. Bandidos desistiram de concluir roubo após a falha e fugiram/

Carro zero é atrativo, mas lazer gratuito também leva pessoas à festa/

 

Manchete e submanchetes do portal Campo Grande News

Dia do Trabalhador. Dia de dúvidas sobre as mudanças e certezas sobre a própria situação/

Dia das Mães. Shoppings oferecem quase R$ 100 mil em prêmios para Dia das Mães/

Política. Inflado após janela partidária, DEM será a ‘noiva’ das eleições, avalia Nelsinho/

Praça lotada. Com shows e sorteios, Festa do Trabalhador leva 25 mil à praça.

Internacional · meio-ambiente

Vida marinha: mundo em alerta com redução do nível de oxigênio nos mares

Oceano

Um novo artigo publicado na revista Science mostra que as concentrações de oxigênio no oceano estão caindo, não apenas como resultado das mudanças climáticas, mas também da poluição. Tal fenômeno representa uma séria ameaça para a vida marinha e para as populações cuja sobrevivência depende dos oceanos.

O estudo — realizado por uma equipe de cientistas da Global Ocean Oxygen Network, um novo grupo de trabalho criado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO — destaca os maiores perigos para as comunidades oceânicas e costeiras e o que será necessário fazer para manter as águas da Terra saudáveis e produtivas.

Um novo artigo publicado na revista Science mostra que as concentrações de oxigênio no oceano estão caindo, não apenas como resultado das mudanças climáticas, mas também da poluição. Tal fenômeno representa uma séria ameaça para a vida marinha e para as populações cuja sobrevivência depende dos oceanos.

O estudo, compilado por uma rede de cientistas iniciada pela ONU, também enfatiza a importância de combater tanto as mudanças climáticas como a poluição para travar a expansão de zonas com baixo nível oxigênio no mundo.

“O oxigênio é fundamental para a vida nos oceanos”, disse Denise Breitburg, cientista do Centro de Investigação Ambiental Smithsonian, nos Estados Unidos, e principal autora do estudo. “O declínio do nível de oxigênio nos oceanos está entre os mais sérios efeitos das atividades humanas no meio ambiente terrestre”, declarou.

O estudo afirma que o nível de oxigênio dos oceanos e águas costeiras tem caído há ao menos 50 anos, principalmente por conta de atividades humanas que aumentaram a temperatura global e a poluição lançada nas águas costeiras.

Por exemplo, quantidade de água no oceano com zero oxigênio aumentou mais do que quatro vezes nos últimos 50 anos, enquanto em corpos d’água costeiros, incluindo estuários e mares, os locais com baixo oxigênio subiram mais de dez vezes desde 1950.

Com o aumento das temperaturas, o nível de oxigênio no oceano deverá diminuir ainda mais, o que ameaça a biodiversidade e resulta em crescimento atrofiado, doenças, sufocação e morte de muitos animais.

O estudo — realizado por uma equipe de cientistas da Global Ocean Oxygen Network, um novo grupo de trabalho criado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO — destaca os maiores perigos para as comunidades oceânicas e costeiras e o que será necessário fazer para manter as águas da Terra saudáveis e produtivas.

Necessidade de combater as múltiplas causas

A mudança climática é uma clara culpada. Devido ao aumento das temperaturas, o aquecimento das águas superficiais torna mais difícil para o oxigênio alcançar o interior do oceano.

À medida que o oceano se aquece, a quantidade de oxigênio diminui. Nas águas costeiras, o excesso de poluição cria flores de algas, que drenam o oxigênio quando morrem e se decompõem. Mas há outras causas que precisam ser abordadas em conjunto com a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Para manter a queda de oxigênio sob controle, os cientistas disseram que o mundo precisa abordar a questão por três ângulos. O primeiro deles é enfrentar as causas: a poluição e a mudança climática.

Embora nenhuma dessas questões seja simples ou fácil, as etapas necessárias para resolver o problema podem beneficiar as pessoas e o meio ambiente. Melhores sistemas sépticos e de saneamento podem proteger a saúde humana e diminuir a poluição na água. Reduzir as emissões de combustíveis fósseis não só diminui os gases de efeito estufa e combate as mudanças climáticas, como reduz os poluentes perigosos do ar, como o mercúrio.

A segunda abordagem é proteger a vida marinha vulnerável. Com alguma redução dos níveis de oxigênio sendo inevitável, é crucial proteger peixes em risco de estresse adicional. De acordo com a equipe de cientistas, isso poderia significar a criação de áreas marinhas protegidas ou zonas sem capturas nas áreas que os animais utilizam para escapar do baixo oxigênio, ou focar a pesca em peixes que não estejam ameaçados pela queda de níveis de oxigênio.

Também é necessário melhorar o rastreamento de áreas com baixo oxigênio em todo o mundo. Os cientistas têm uma boa compreensão de quanto oxigênio o oceano pode perder no futuro, mas não sabem exatamente onde essas zonas de baixo oxigênio baixo estarão localizadas.

O monitoramento aprimorado, especialmente nos países em desenvolvimento, e os modelos numéricos ajudarão a identificar quais locais correm maior risco e determinar as soluções mais eficazes.

O que a ONU está fazendo para abordar o problema?

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 14 visa a “conservar e usar os oceanos, mares e recursos marinhos de forma sustentável para o desenvolvimento sustentável”.

Por meio de uma ampla gama de iniciativas, as Nações Unidas estão liderando os esforços globais para ampliar a cooperação para a proteção dos oceanos do mundo. No mês passado, a Assembleia Geral da ONU adotou uma resolução para convocar negociações para um tratado internacional de proteção de ambientes marinhos.

Durante a conferência ambiental da ONU em Nairóbi, no Quênia, em dezembro do ano passado, delegados das Nações Unidas aprovaram uma resolução com o objetivo de enfrentar ameaças como a poluição dos oceanos e o descarte de plásticos no ambiente marinho. Entre outras medidas, o acordo também visa à formação de uma força tarefa internacional que irá assessorar os países sobre formas de combater a poluição marinha.

A presidência fijiana da COP23 também lançou uma iniciativa para melhorar a saúde dos oceanos e proteger os ecossistemas ameaçados pela mudança climática na conferência anual sobre mudança climática de Bonn, na Alemanha, em novembro do ano passado.

Além disso, a ONU realizou a conferência de alto nível sobre os oceanos no ano passado com o objetivo de mobilizar esforços para reverter o declínio da saúde dos oceanos em benefício das pessoas, do planeta e da prosperidade.

FONTE: ONU

 

Vida marinha, meio ambiente, oxigênio no mar, ONU,