eleições 2018 · tráfico de drogas

Aeronave é interceptada pela FAB no Pantanal; PSDB e PTB ensaiam parceria em Mato Grosso do Sul

Crédito da foto: FAB/DivulgaçãoAeronave interceptada pela FAB, no Pantanal Sul-Mato-Grossense, provavelmente envolvida com o tráfico de drogas, é um dos destaques do noticiário do Mato Grosso do Sul. No campo político, a possível união entre o PSDB e o PTB é a notícia de maior apelo.

Sinopse MS

Edição: Sérgio Botêlho

Manchete e submanchetes do portal do Correio do Estado.

Plano Diretor. Anel viário terá expansão para implantar novo traçado da BR-163/

BR-158. Polícia apreende 30 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai em caminhonete roubada. Motorista abandonou veículo ao ver policiais e fugiu a pé, em Três Lagoas/

Eleições 2018. Azambuja é favorável a coligação com PTB, mas diz que partido decide. Governador está confiante na decisão da Executiva/

Empresas impugnaram edital e licitação. dos radares não tem data para ser reaberta. Pregão presencial seria aberto ontem, mas foi suspenso/

Suspeita de tráfico. Aeronave interceptada pela FAB fez pouso forçado em lago no Pantanal. Há suspeita que bimotor era usada para o tráfico na fronteira/

Safra 2018/2019. Moagem de cana registra aumento de 25,6% em relação ao ciclo passado. Destaque para região Centro-Sul que atingiu 22,21 mi/ton em abril/

 

Manchete e submanchetes do jornal Correio do Estado

Capa

Economia reage com 1,5 mil novas empresas. Recuperação. Estado teve aumento de 2% na abertura de novos negócios.

PeN desiste de ação que pode beneficiar ex-presidente Lula/

Ex-Cidade de Deus. ONG de casas condenadas é alvo de três investigações/

Imposto de Renda. Na reta final, veja como não errar na declaração/

Acordo nacional aproxima Azambuja de Nelsinho. A aliança que o PTB e o PSDB fecharam em nível nacional aproximará o governador Reinaldo Azambuja, que buscará a reeleição, do pré-candidato a senador Nelsinho Trad. “A formalização será nas convenções, mas existe uma simpatia”, disse Azambuja/

Força Aérea intercepta avião do tráfico em corumbá/

Bonito. Ameaça ao Rio Formoso une produtores e ambientalistas/

Vacinação antiaftosa começa na terça-feira/

Nova, mas no escuro. O governo do estado já fez a parte dele, concluiu a restauração da avenida Euler de Azevedo. a Prefeitura de Campo Grande começou sua tarefa: investirá r$ 601 mil na instalação do sistema de iluminação e acabará com a escuridão na via/

Governo cobra iPVA de 5 mil contribuintes inadimplentes.

 

Página 3 – Política

Chapa regional. PTB fecha com Alckmin e sela acordo com Azambuja em MS. Nelsinho Trad já estava participando dos encontros do PSDB como sinal de apoio. “Fazer gestão pública não está fácil para nenhum dos estados. Não é à toa que, dos 27, só tem 7 adimplentes. Acredito que isso é porque os outros governadores não souberam constituir a governabilidade, responsabilidade administrativa, diferente do que fizemos em Mato Grosso do Sul”. Reinaldo Azambuja Governador do estado/

Liderando pesquisa. PDT foca em juventude para aumentar índice de votos/

Zeca do PT muda nome em protesto à sentença de Lula. Em protesto à prisão do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o parlamentar atualizou o nome para Zeca do PT Lula da Silva/

ALMS. Protesto à sentença de Lula. Deputados reafirmam que prisão de petista é ato político. Quem levantou o debate foi o parlamentar Amarildo Cruz (PT).

 

Manchete e submanchetes do portal MidiaMax

JBS reconheceu dever R$ 480 milhões a MS e acordo já foi fechado, diz Reinaldo. Grupo recebeu benefícios fiscais de forma irregular nos últimos anos/

Polícia desmancha grupo que usava documentos falsos para aplicar golpes no comércio/

Reinaldo chama Trump de maluco e projeta MS como pioneiro em carbono neutro/

Vizinha ouve gritos e homem é encontrado morto dentro de residência/

FAB intercepta avião suspeito de tráfico sobre o Pantanal. Informação foi divulgada nas redes sociais da FAB.

 

Manchete e submanchetes do portal Campo Grande News

Violação de direitos? Defensoria questiona ação de “levar” 108 moradores de rua à delegacia/

Capital. Golpistas falsificavam documentos para fazer “farra” em crediários/

2 de maio. Servidores terão salários na conta depois do feriado, prevê governo/

Condutor não prestou socorro. Pedestre morre ao ser atropelado por veículo em cruzamento da Ceará/

Economia · eleições 2018 · Internacional · Justiça · Política

Governança, economia e eleições 2018 são os destaques da mídia do Mato Grosso do Sul

Sinopse MS

Edição: Sérgio Botêlho

Manchete e submanchetes do portal do Correio do Estado.

Desconto no IPTU para casa com câmera não será aplicado. Benefício promulgado pela Câmara, além “autorizativo” é inconstitucional, diz procurador/

Dia das Mães deve injetar mais de R$ 202 milhões na economia do Estado. Gasto médio com presente será de R$ 137,88/

Ação Civil. MP solicita 2º bloqueio à Justiça contra Solurb/

Vaca brava causa transtornos na pista e danifica viaturas policiais/

Hospital Regional de Dourados. Azambuja diz que ordem de serviço para obra de hospital sai em 15 dias/

Bataguassu’ Amiga virtual’ exige dinheiro para não vazar fotos íntimas/

Nova etapa. Prefeitura arrecadou R$ 4,7 milhões com pagamentos da taxa do lixo. Valor é referente a pagamentos da nova cobrança feitos até sexta/

Eleições 2018. PT reafirma candidatura de Lula para presidente da República/

Motorista campo-grandense morre atropelado por carro em rodovia de SP. Condutor do carro estava embriagado e foi preso, em Borborema/

Pesquisa eleitoral. Azambuja diz que é cedo para pensar em segundo turno das eleições. Governador aparece em 2º lugar em pesquisa divulgada pelo Correio do Estado.

 

Manchete e submanchetes do jornal Correio do Estado

Capa

UFMS corta R$ 70 milhões e fecha cursos. Ensino superior. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul reduziu 60% dos investimentos e 40% da verba de custeio/

Nelsinho e Zeca lideram pesquisa para o Senado. Entre os pré-candidatos para o Senado, Nelsinho Trad (PTB) aparece na liderança de pesquisa do Ipems, com 41,59% das intenções de voto. José Orcírio, o Zeca do PT, tem 31,76% da preferência e Waldemir Moka (MDB), 23,58%/

Lavagem de dinheiro põe bancos na mira do MP. O Ministério Público Federal quer saber se traficantes e contrabandistas usam agências da região de Naviraí para lavar dinheiro. Há suspeita de omissão de dados financeiros/

Otimismo para o Dia das Mães. O Dia das Mães deve movimentar R$ 202 milhões no comércio de Mato Grosso do Sul, conforme pesquisa de intenção de compras da Fecomércio. Em Campo Grande, a estimativa é de que a data, segunda mais importante para o setor, movimente R$ 28,7 milhões/

Imposto de Renda. Receita Federal aguarda mais de 180 mil declarações/

Prefeitura arrecada R$ 4,7 milhões com nova taxa/

Justiça nega pedido de Dilma para visitar Lula/

Refis das microempresas. Em MS, 10 mil empresas devem ao fisco/

Bariátricas. Ação contra cobrança por cirurgias do SUS não avança. Processo em que o médico Jaime Yoshinori Oshiro é acusado de cobrar de pacientes para realizar cirurgias que deveriam ser de graça, bancadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), está parado na Justiça. Há sete meses que decisão do juiz é aguardada.

 

Página 3 – Política

Nelsinho e Zeca seriam hoje os dois senadores eleitos no Estado. Pesquisa do Ipems mostra a dificuldade da reeleição de Moka e Chaves, e Harfouche surpreende/

Coffee Break. Recurso de ex-vereador será analisado pelos desembargadores nesta terça. EX-VEREADOR. airton Saraiva é acusado de improbidade administrativa/

Governo do estado. Pré-candidatos apostam em tempo de campanha. Juiz federal. Odilon de oliveira está em primeiro lugar na pesquisa feita pelo Ipems.

 

Manchete e submanchetes do portal MidiaMax

Agravo quer elevar para R$ 100 milhões bloqueio de bens em ação contra Solurb. Investigação aponta indícios de superfaturamento e propina/

Recurso de Lula será julgado em sessão virtual da Segunda Turma do STF/

Dólar passa de R$ 3,45 e fecha no maior valor em 16 meses. Em mais um dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016/

Justiça nega visita de Dilma Rousseff e outros políticos a Lula/

Lama Asfáltica: investigado assume gerência em Secretaria. A Prefeitura de Campo Grande nomeou na última sexta-feira (20) um servidor investigado na Operação Lama Asfáltica para um cargo de gerência na Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos)/

 

Manchete e submanchetes do portal Campo Grande News

No fim de semana. De 7 presos por dirigirem embriagados após mudança em lei, 3 ficam na cadeia/

Promotor de Justiça substituto. Um em cada 5 inscritos faltou a provas de concurso com salário de R$ 23,5 mil/

Pagamentos do dia 20. Prefeitura arrecadou mais R$ 4,7 milhões com “nova” taxa de lixo/

Cidades. MP da reforma trabalhista “caduca” e clima é de insegurança jurídica/

Detran notifica 2,2 mil donos sobre veículos que podem ir a leilão. Notificação dá prazo de 30 dias para proprietários de carros e motocicletas regularizarem débitos/

Comércio espera R$ 202 milhões em vendas para o Dia das Mães. Fecomércio prevê que mais da metade do valor, que já representa o dobro da previsão de 2017, vão para presentes; 71% dos consumidores querem pagar à vista.

 

eleições 2018 · Política

Semana tranquila?

Sérgio Botêlho

Antes de esquadrinhar o que pode acontecer nos próximos cinco dias, a gente tem de começar pela ressalva de “afora as ações sempre imprevisíveis da Lava Jato”, admitir que não há acontecimentos extraordinários previstos para a semana.

Existe uma chance, impossível de ser submetida ao crivo de conveniente previsão, de a prisão após condenação em segunda instância voltar ao pleno do Supremo Tribunal Federal. O fato é que o ministro Marco Aurélio pediu, semana passada, a inclusão do tema na pauta.

O pedido do Marco Aurélio se dá em cima de uma Ação de Direta de Constitucionalidade interposta pelo PCdoB, questionando a prisão em segunda instância, que foi parar nas mãos do ministro, manifestamente favorável à reclamação.

Contudo, persiste forte dúvida sobre a possibilidade de a Ação ir ao voto dos ministros uma vez que a ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte, tem dito e repetido que é contra a rediscussão do tema, que pode beneficiar o ex-presidente Lula, preso em Curitiba.

O fato auspicioso para esta semana é o retorno do Congresso ao trabalho mais intenso, com a volta do presidente do Senado Federal, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), ao comando da Casa. Eunício, que também preside o Congresso Nacional, estava em viagem oficial ao Exterior.

Na Câmara, mais uma vez os deputados tentarão votar mudanças no Cadastro Positivo. Pelas regras atuais, a inclusão do consumidor, nesse cadastro positivo, é opcional. O projeto em debate quer tornar a inclusão, obrigatória. Não há consenso entre os deputados.

Sobre o Cadastro Positivo, Temer e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniram-se com o objetivo de pressionar a base aliada para a aprovação da proposta. As eleições 2018 representam a dificuldade, pois a proposta é impopular.

E não esqueçam. Começa hoje, em todo o país, a campanha de vacinação contra a gripe, versão 2018. A H1N1 está rondando o país, junto com outros tipos de vírus. Portanto, vacinar é fundamental, especialmente para os idosos.

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eleições 2018

Eleições 2018: Imprensa busca luzes em meio à escuridão provocada pela Lava Jato e outras investigações

Palácio do Planalto: forte objetivo de desejo político nas eleições de outubro

Neste momento, noticiaristas e analistas buscam luzes em meio à escuridão provocada pela Lava Jato no mundo político, para ver se divisam possibilidades eleitorais com relação ao pleito deste ano de 2018.

A prisão do ex-presidente Lula, as investigações que recaem sobre Aécio Neves e o PSDB, os vacilos de alguns candidatos, a exemplo do ex-ministro Joaquim Barbosa, os processos que atingem dezenas de parlamentares, as acusações que pesam sobre o Palácio do Planalto, são alguns dos temas dos quais se ocupa a mídia.

SEGUE A SINOPSE DOS PORTAIS DE NOTÍCIAS:

Manchete e destaques da hora de O Globo online: Tutorial ensina como preencher cada etapa da declaração. Leitor também pode enviar perguntas à redação por e-mail e ver perguntas e respostas em blog sobre o tema/

Cariocas têm dois feriados até dia 30, prazo final para entrega/

Míriam Leitão: Acusados de corrupção dão respostas que contrariam fatos. Explicações inverossímeis são traço comum entre políticos envolvidos em investigações/

Delator reafirma que Temer, Padilha e Geddel tentaram comprar silêncio de Funaro/

Promotoria abre inquérito contra Alckmin por improbidade/

Merval: Tempos estranhos. Segunda Turma do STF ignorou a Ficha Limpa no caso Demóstenes Torres e é vista como mais condescendente com réus da Lava-Jato/

Gilmar Mendes nega pedido de liminar para soltar Paulo Preto/

Fernando Gabeira: O bloco da saudade. Questão da impunidade não foi resolvida porque há resistência no STF/

Sete revelações sobre Aécio divulgadas após tucano virar réu. Senador é atingido por denúncias de empresários e ex-ministro/

Joesley Batista liga Aécio a repasse de R$ 110 milhões. Aécio usava Land Rover em nome de rádio citada por Joesley/

Lydia Medeiros: É grave a crise no PSDB de Aécio/

Rumo às urnas. Governador de SP, França avisa a Doria que ‘guerra’ começou/

Batalha pública é mais um problema na pré-campanha de Alckmin/

Temer e Doria discutem eleições em encontro em São Paulo

Presidente ainda não definiu se irá se candidatar à reeleição/

Michel Temer omite empregos informais em pronunciamento/

Lauro Jardim: Sérgio Cabral e ex-secretário têm regime mais duro em Bangu. Ex-governador e Hudson Braga só saem das celas, que têm pouca ventilação, por duas horas diárias/

Bandidos fogem de blitz e são presos em frente a shopping/

Um deles foi preso dentro do Fashion Mall, em São Conrado, diz PM/

Após assalto a vereador, homem morre em tiroteio na Zona Sul/

Parlamentar, que estava com duas crianças no carro, foi surpreendido em Laranjeiras/

Casos de roubos de veículos e pedestres dobram na região de Botafogo e Laranjeiras/

Palhaço sai da prisão mais de 24 horas após ordem de soltura. Artista Pablo Martins é um dos 159 presos acusados de envolvimento com milícia numa festa, há duas semanas/

Ancelmo Gois: Familiares de outros dos 159 presos dizem que Pablo só conseguiu sair por ‘ser artista’/

Caso Marielle: Polícia fará reconstituição dos assassinatos/

Anúncio foi feito pelo secretário de Segurança, general Richard Nunes.

 

Manchete e destaques da hora do Estadão online: Eleições 2018. Desgastados, nove em cada 10 deputados tentarão se reeleger. Parlamentares buscam manter foro privilegiado e os partidos suas bancadas/

Chegada de venezuelanos traz problema de grandes cidades a Boa Vista/

Possível presidenciável. Votos com juiz do STF indicam pensamento de Joaquim Barbosa/

Eliane Cantanhêde: Joaquim tem de conquistar eleitores antes de anular condições negativas/

Vera Magalhães: Eleitor solteiro continua à procura um candidato para chamar de seu/

Coluna do Estadão: Ministério Público Federal prepara pente-fino em candidatos ao Planalto/

Eletrobrás: Distribuidoras pagam o triplo do salário da iniciativa privada/

Com apoio da Polícia Federal, Paraguai apreende 865 toneladas de maconha.

 

Manchete e destaques da hora da Folha online: Presidenciáveis enfrentam mais de 160 investigações. Espalhados em tribunais pelo país, problemas judiciais vão de Lava Jato a barbeiragem no trânsito, mostra balanço da Folha/

Cassados ou presos, políticos continuam com passaporte/

Pivô de debate sobre foro, prefeito de Cabo Frio teme perder o cargo/

Aposta no PT: Eleitores de Lula não querem plano B, só ‘plano L’, e apontam falhas na esquerda. A Folha convidou dez moradores de São Paulo, de evangélica a ateu, dos 21 aos 62 anos, para falarem sobre sua posição/

Painel: PSDB afasta eleitor de Alckmin, avaliam rivais

Elio Gaspari: Barbosa pode ser o novo, desde que não seja relíquia para ser levada em procissão/

Cuba-Brasil. Pragmatismo passa a reger relação entre os dois países/

Dois dias após posse, Díaz-Canel recebe Maduro em Cuba/

Mercado. É uma falácia dizer que bancos brasileiros são muito eficientes/

Presidente da Roland Berger critica papel das instituições na preservação das taxas de juros.

eleições 2018 · Justiça · Política

Época, Isto É e Veja focam em temas relacionados com as eleições 2018

Época, Isto É e Veja

De comum, nas três principais revistas do país, o foco nas eleições 2018. Em matéria com chamada de capa, a Veja avalia a situação dos tucanos (a revista fala em “derrocada moral do PSDB”) após a decisão do STF em aceitar denúncia contra o senador Aécio Neves, de Minas Gerais, apresentada pelo Ministério Público Federal.

De sua parte, a Isto É abandona o PT, tema principal de suas últimas capas, e destaca, como principal assunto da edição, a performance do ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, na última pesquisa Datafolha. A revista mergulha em análises sobre as chances do possível candidato a Presidente da República pelo PSB.

Enfim, a revista Época, usa a capa da publicação para matéria-denúncia contra sites cuja tônica é a divulgação de fake news. A revista relaciona dez sites nessa condição, e revela que alguns deles recebem, até, verbas públicas, por meio de gabinetes parlamentares.

Sinopse das revistas (21.04.2018). 

Veja. “Bateu nos tucanos. Como a derrocada moral do PSDB vai afetar a candidatura de Geraldo Alckmin”. Essa é a matéria de capa da revista.

Outras chamadas de capa:

“Eleições. Robôs e perfis falsos impulsionaram a campanha de Bolsonaro na Internet”.

“Depressão. A preocupante explosão de casos entre adolescentes”.

“Exclusivo. Suzana Richthofen. Por que ela se nega a fazer o exame psicológico que pode lhe dr a liberdade”.

Destaques internos:

“Guerra fria. Márcio França segura verba de prefeitura para retaliar Doria”;

Senadoras tiveram que abraçar Renan a pedido de Lula. O ex-presidente elogiou o emedebista”;

“A salvação de Marina pelo PHS. Coligação garante tempo de TV”;

Carlos Marun tem medo de quê? Ele passou a viajar em aviões da FAB por ‘segurança’”;

“Desgraça no ninho tucano. Aécio Neves vira réu no STF, contagia Alckmin com seu infortúnio e espalha o mau agouro entre investigados”;

O real e o imaginário. Com robôs e perfis falsos na internet, Bolsonaro virou um gigante no universo digital. Seu desafio é ter o mesmo tamanho na vida off-line”;

“FHC e os males do Brasil. Em novo livro, o ex-presidente fala do descompasso entre o avanço da sociedade e o atraso dos sistemas políticos”;

Dora Kramer. Todo mundo e ninguém. No barco à deriva das eleições não há vaga no bote salva-vidas”;

“O Facebook e as eleições. Na contramão do mundo, Brasil não tem uma lei de proteção de dados nas redes”;

Seis recomendações do FMI para a economia do Brasil crescer. A aprovação da reforma da Previdência está entre as medidas prioritárias”.

 

Isto É. “O fator Joaquim. Com a autoridade de quem combateu a corrupção, o ex-ministro do STF representa a ética e a moralidade buscadas pelo eleitor, embola a disputa presidencial e desponta como alternativa à polarização entre esquerda e direita”. Essa é a matéria de capa da revista.

Outras chamadas de capa:

“Fronteira. Como o Brasil deve ajudar os venezuelanos que tomam as ruas de Roraima”.

“Educação. Por que cresce o número de jovens brasileiros que deixam a escola ”.

Destaques internos:

“O que as pesquisas não mostram. É preciso ficar atento ao que não está evidente nos levantamentos em andamento por esses dias e o que eles deixam de oferecer em um período ainda pré-eleitoral. O mais sensato a observar é que as principais variáveis que desenham um quadro sucessório real ainda seguem fora do jogo. A citar, por exemplo, tempo de exposição na TV, o desenrolar da campanha, a rede de apoios locais e nacionais, as alianças partidárias, a qualidade dos programas apresentados, a empatia dos candidatos;”

“Entrevista. Tite. “Não atrelem o futebol à política”;

Como operam dez dos maiores sites de notícias falsas do país, pagos até com verba de gabinete para disseminar boatos”;

“Até onde vai essa senadora? Ao se pronunciar na rede Al-Jazeera convidando os países árabes para que se engajem na defesa de Lula, Gleisi Hoffmann atenta contra a segurança do Brasil e terá que se explicar à Procuradoria-Geral da República”;

Até onde vai essa senadora? Ao se pronunciar na rede Al-Jazeera convidando os países árabes para que se engajem na defesa de Lula, Gleisi Hoffmann atenta contra a segurança do Brasil e terá que se explicar à Procuradoria-Geral da República”;

“O caso do Instituto Lula. Com R$ 30 milhões em dívidas com o Fisco, instituição que já arrecadou fortunas está prestes a fechar as portas”;

Joaquim embaralha o jogo. Mesmo ainda não oficializada, a candidatura do ex-ministro do STF a presidente sacode as eleições: ele é visto como o candidato que moralizará o País”;

“Mais perto dos culpados. Descoberta de celular usado no carro de onde partiram os disparos contra Marielle e prisão de suspeitos de integrar organização criminosa renovam esperanças de esclarecer o assassinato”;

Uma nova e preocupante evasão escolar. Mais da metade dos jovens brasileiros, de todas as classes sociais, perdeu o interesse pelos estudos e corre o risco de ficar fora do mercado de trabalho. Onde a nossa educação está falhando e qual o custo disso para o futuro do País?”.

 

Época. ”Lorotalândia. Como operam dez dos maiores sites de notícias falsas do país, pagos até com verba de gabinete para disseminar boatos  ”. ”. Essa é a matéria de capa da revista.

Destaques internos:

“Editorial. Se é falsa, não pode ser notícia. Momentos de grande confrontação política, eleitoral e social são estimuladores do aparecimento e da circulação de notícias falsas”;

Personagem da semana: Aécio Neves. No banco dos réus, sem papagaios de pirata ou estafetas ao lado e com poucos correligionários, o tucano desaba em queda livre”;

“O exército de pinóquios. Como operam dez dos maiores sites de notícias falsas do país, pagos até com verba de gabinete para disseminar boatos”;

A cápsula do tempo da New York. Clay Felker acreditava que uma revista se perpetua quando serve a seus leitores, ou seja, quando se pauta menos por rígidos princípios editoriais do que pela disposição de flagrar o incerto mundo a seu redor”;

“Oração aos moços na proa. Em novo livro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conclama o país a buscar a luz sem dar a lição de como deixar para trás o túnel escuro”;

19 perguntas para FHC. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 86 anos, prega o novo na política, mas diz que isso não significa optar por alguém de fora do jogo. “O outsider quebra a cara””;

“A marcha dos desesperados. O Prêmio Pulitzer 2018 na categoria Fotografia foi para a equipe da Reuters que produziu imagens chocantes da violência sofrida pelos refugiados rohingyas ao sair de Mianmar”.

Mônica de Bolle. Bom populismo é um oximoro? Afinal, se regras e instituições devem às vezes ser ignoradas, como propõe o argumento, em que circunstâncias serão respeitadas?”;

“Por que os ataques à Síria? A Síria mergulhou ainda mais fundo na opção pela resistência e em sua aliança com o Irã e com o Hezbollah; o Exército sírio tem agora novas armas e está experimentado no campo de batalha”;

Paraguai e Venezuela vão às urnas. O que as vindouras eleições representam para a América Latina”.

eleições 2018 · Política

Nova pesquisa DataFolha mostra quadro completamente turvo

Sérgio Botêlho

A nova pesquisa Datafolha revela o quanto o quadro pré-eleitoral ainda é turvo para quem deseja antecipar os realmente favoritos para a disputa de 07 de outubro próximo. Ainda que preso, Lula mantém-se bem na frente das intenções de votos, na ordem de 31% para 15%, estes, atribuídos ao deputado federal Jair Bolsonaro.

Acontece que 66% dos que disseram votar em Lula afirmam que se o petista estiver fora do páreo, em outubro, votarão no candidato que ele indicar. Caso se confirme a intenção desses eleitores, muito provavelmente o candidato indicado por Lula estará no segundo turno, por conta da pulverização das candidaturas.

A novidade da pesquisa é a estreia do ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, do PSB, na casa dos 8%, 2% a menos que a veterana candidata Marina Silva, da Rede, mesmo no quadro em que o ex-presidente Lula faz parte da lista de presidenciáveis.

Quando Lula deixa de ser opção da pesquisa, aumenta consideravelmente o número de votos brancos e nulos, apesar da migração de alguns votos para Marina Silva – entretanto, ainda sem pronunciamento oficial da preferência de Lula, o que somente ocorrerá quando, possivelmente, estiver definitivamente fora -, que encosta em Bolsonaro, na casa dos 17% para o militar e 15% para Marina.

A pontuação do candidato do PSDB, no caso, o ex-governador Geraldo Alckmin (6%), revela o quanto os tucanos se desgastaram nos últimos tempos, especialmente após o impeachment da ex-presidente petista, Dilma Roussef, e as investigações e ações policiais que atingiram o senador Aécio Neves.

O que se verá, daqui para a frente, é a corrida de alguns candidatos pelo apoio de Lula, que, mesmo preso, aparece como peça muito importante na definição dos candidatos que haverão de estar no segundo turno do pleito. É o mínimo que se pode depreender da pesquisa.

Acesse, aqui, na íntegra, a pesquisa Datafolha.

 

 

 

eleições 2018 · Política

Eleição 2018: pulverização e tumulto

Sérgio Botêlho

Uma das características mais emblemáticas do pleito presidencial de 2018 é a pulverização das candidaturas, levando-se em consideração as que se anunciam, agora, na pré-campanha. Tem candidato para todos os gostos no espectro ideológico da política nacional.

Visitemos o quadro das pré-candidaturas a partir dos maiores para os menores partidos.

A situação do ex-presidente Lula, que, preso, deixa o PT (primeiro a ser visitado, por ser o maior) num imenso suspense com respeito ao seu candidato. Contudo, seja quem for o candidato petista, na pior das hipóteses, o partido, enquanto legenda, se situa num patamar entre 20% a 25% da preferência do eleitorado, condição que beneficiará o candidato.

Caso fosse Lula, aí, o patamar iria acima dos 30%, como revelam todas as pesquisas de opinião pública, até agora. No entanto, é o partido com o maior quinhão de recursos dos fundos eleitoral e partidário, e com o maior tempo de TV. Vai à luta com Lula, no mínimo, transformado em El Cid, e isso tem peso. Corre, entretanto, para tentar unir a esquerda e aumentar o tempo televisivo, o que não está fácil.

Depois, vem o MDB, por enquanto, em situação muito ruim em termos de candidato. O presidente Temer e o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles disputam a vaga, mas, até agora, nenhum dos dois pontua bem nas pesquisas. Eles ainda seguem na casa de 1 dígito de percentual, cada um, com alguma margem para crescer, embora não se saiba, quanto.

Os peemedebistas têm, a seu favor, o governo federal, a segunda maior reserva dos fundos eleitoral e partidário, e o segundo maior tempo de TV, com perspectivas de ampliar esse tempo, na medida das coligações que vierem a fazer, já que podem atrair o PR, o PTB e o PP para o seu palanque eletrônico e físico.

O PSDB também está situado, com a candidatura Alckmin, na casa de 1 dígito. O partido parece ter sido um dos mais prejudicados (ao lado do PT, é claro, que perdeu o poder) com o processo de impeachment da ex-presidente Dilma e com a Lava Jato, e ainda patina na busca de votos.

Porém, assim como o MDB, os tucanos têm espaço para subir. Estão armados com o terceiro maior tempo de TV e de volume de recursos dos fundos partidário e eleitoral. Por enquanto, há dificuldades, mas, o PSDB precisa unir mais legendas em apoio à candidatura Alckmin.

O DEM, com a candidatura Rodrigo Maia, é outro que não pontua bem nas pesquisas que foram feitas até agora, e, na mesma linha de MDB e PSDB, o Democratas permanece na casa de 1 dígito percentual. Se pode crescer, só o tempo dirá, mas, é apenas o 10º maior tempo de TV, entre os partidos, e, por enquanto, enfrenta dificuldades na atração de parceiros.

A partir daqui, mudemos dos partidos para algumas figuras. A primeira delas, é a do deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL, que embora não chegue aos 20%, se mantém perto disso nas pesquisas de opinião pública. Com Lula no rol dos pesquisados, Bolsonaro gira em torno dos 16%; sem Lula, ele sobe, mas, não atinge os 20%, até agora.

Numa eleição tão pulverizada, entretanto, conforme já chamamos a atenção, permanecer na margem em que o candidato do PSL se encontra , ou mais um pouco, pode significar segundo turno. O desafio de Bolsonaro é superar a limitação do tempo na TV, por conta do tamanho do seu partido, o PSL, e de poucos recursos dos fundos partidário e eleitoral, em comparação com as maiores legendas. Há dificuldades de o PSL construir alianças.

Na sequência, chamamos Marina Silva, da Rede, que aspira conquistar votos de Lula caso o ex-presidente acabe mesmo fora do páreo, como muito provavelmente vai acontecer (não é possível arriscar com certeza absoluta uma vez que há especialistas dizendo que, mesmo preso, há chance de ele concorrer, no que pese ser uma chance muito remota). A ecologista tem menos tempo de TV do que tinha Enéias (mesma situação de Bolsonaro). Marina vai sofrer, ainda, a concorrência de candidatos à esquerda.

Falo de Boulos, do PSOL, Manoela d’Ávila, do PCdoB, Ciro Gomes, do PDT, e seja lá quem vier pelo PSB, pré-postulantes que, se não fecharem com o candidato do PT, estarão, assim como Marina, correndo o trecho em busca dos votos de Lula, que, esteja onde estiver, preso, solto, vivo ou morto, candidato ou não, terá peso vital no pleito. Para o bem ou para o mal, dependendo do ângulo da visão de cada um.

Mais candidatos

O senador Álvaro Dias, do Podemos, e o empresário Flávio Rocha, do PRB, que correm na raia da direita, disputarão palmo a palmo votos com Bolsonaro e Alckmin. Os dois, Álvaro e Rocha, têm, contra eles, assim como o concorrente Bolsonaro, o reduzido tamanho de seus partidos e, por conseguinte, de tempo na televisão, quesito vital na comunicação da campanha, especialmente para candidatos não muito reconhecidos. Correm atrás de alianças.

Por tudo isso, é notória a semelhança – falo da pulverização de candidaturas -, entre o pleito de 2018 e o de 1989, na vitória de Collor sobre Lula, no segundo turno, quando, no primeiro turno, havia 22 candidatos.

Talvez pouca gente se lembre, mas, Collor, o mais votado do primeiro turno, ficou tão somente na casa dos 30% dos votos e, com isso, passou ao segundo. Agora, sabem qual o percentual que levou Lula ao segundo turno, em 1989? Pois bem, vou lembrar: 17% dos votos.

É isso. Em eleições muito divididas conseguir se situar ao redor dos 20% dos votos, e, até menos do que isso, pode levar o pretendente direto ao segundo turno. E é o que pode acontecer nesse ano tão tumultuado da vida política brasileira, onde uma outra variável tende a aumentar o seu peso, isto é o braço da Lava Jato e de outras investigações, que ainda vai descer pesado, até o final do ano. A prisão de Lula é apenas o introito.

 

eleições 2018

Decisão do STF, Lula e eleições 2018

Sérgio Botêlho

Do resultado de ontem do pleno do Supremo Tribunal Federal, acho que a maioria dos que estão começando a ler este post já sabe, ou seja, por seis votos a cinco, com o voto de desempate sendo dado pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, foi negado o pedido de habeas corpus interposto pela defesa de Lula contra a prisão do ex-presidente.

Asim, o juiz Sérgio Moro, de Curitiba, pode determinar que Lula seja preso, já que há decisão em segunda instância, no caso, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, condenando o líder petista.

Mas, a avaliação é de que isso somente deva ocorrer após o julgamento de um último recurso da defesa do ex-presidente que ainda pende no Tribunal em Porto Alegre, julgamento que deve acontecer na próxima terça-feira, 10.

A primeira impressão, após o veredito do Supremo, ontem, é a de que Lula está definitivamente fora da eleição 2018, como candidato. O partido deve apresentar um substituto, pelo que se prevê, neste momento, com a tarefa de buscar votos em cima do prestígio do ex-presidente. A Lula vai caber o desafio de transferir esses votos, mesmo no caso de estar preso.

A sessão do Supremo, ontem, transcorreu em clima de tensão, com muitas alfinetadas entre os ministros, até o final dos trabalhos. O voto decisivo, mesmo, foi dado pela ministra Rosa Weber, a única dos 11 ministros de quem não se conhecia a tendência.

Destaque, já na parte final da votação, para a fala do ministro decano, Celso de Mello, que rebateu fala do general Villas Bôas, comandante do Exército, interpretada, por Mello, como tentativa de intromissão no Supremo.

Agora, é esperar as cenas dos próximos capítulos, a praticamente 6 meses da eleição de outubro, onde, até o momento, nenhum dos pré-candidatos à Presidência, a não ser Lula – agora, praticamente fora -, sequer chegou à marca dos 20% dos votos, isto é, de 1/5 dos eleitores, numa eleição de forte pulverização de candidaturas.

eleições 2018 · Justiça · Política

Semana agoniada, a próxima

Sérgio Botêlho

Há um clima de apreensão política que se evidencia ainda mais no momento em que o presidente da República, mesmo que de forma indireta, entra na linha de investigação do Judiciário, com amigos presos pela Polícia Federal.

O fato torna ainda mais difícil qualquer previsão sobre as eleições de 2018, por não se saber se o ex-presidente Lula pode ou não ser candidato, já que seu nome aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas de opinião pública sobre a corrida presidencial.

Para ambos, Lula, mais, mas, Temer, também, a próxima semana se avizinha cercada de dúvidas. O ex-presidente, por conta do julgamento do habeas corpus contra sua prisão, no STF, e o atual presidente, em função dos próximos passos da Operação Skala.

No Congresso Nacional, fonte originária de fatos, e, também, a mais apetrechada caixa de ressonância da política nacional, convém estar de olho nas reações tanto dos partidos quanto das principais lideranças políticas e institucionais sobre os dois temas: Lula e Temer.

Porém, é com respeito à situação do presidente onde reinam as maiores expectativas no que tange ao comportamento do Congresso na próxima semana. Sobre Lula, a divisão de opiniões já é sobejamente conhecida.

Em função da Operação Skala, qual será a reação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, diante dos interesses do Planalto? Qual a disposição dos aliados em seguir dispostos com os interesses do governo? Quem vai estar interessado em ocupar os ministérios sem comandantes a partir da próxima semana?

Voltando a Lula, resta saber o que acontecerá, se, por exemplo, o STF negar o habeas corpus pretendido pela defesa do ex-presidente. Um mundo de reações pode tumultuar de vez o ambiente já conturbado do parlamento.

São essas as questões a atormentar o mundo político, quanto se trata de avaliar o futuro das relações entre os poderes, e das eleições 2018, e que deverão começar a ser respondidas na próxima semana.

eleições 2018 · Política · Violência

Clima envenenado em Brasília

Congresso Nacional

Sérgio Botêlho

A semana terminou na Câmara dos Deputados sem que fossem compostas as comissões permanentes da Casa. É nas comissões permanentes onde começam os debates e as votações sobre as diversas matérias em tramitação na Casa.

O processo ficou para a próxima semana, mais cheia, e mais propícia a decisões, embora o clima esteja bastante envenenado no parlamento devido à tumultuada conjuntura nacional em virtude dos fatos de conhecimento geral.

A denúncia do ministro Fachin, sobre ameaças a ele e sua família, os ataques a tiro à caravana do ex-presidente Lula, e, ainda, a falta de solução para o assassinato da vereadora Marielle Franco, acirraram as acusações mútuas entre petistas e anti-petistas.

Ontem, os pré-presidenciáveis condenaram os ataques à caravana de Lula, posição também assumida pelo presidente Michel Temer. Os petistas querem a Polícia Federal investigando a ocorrência, que, por enquanto, está a cargo da Polícia Civil do Paraná.

O feriado da Semana Santa reduz a tensão no Congresso, que, inevitavelmente, deve ser retomado na próxima semana. Até lá, espera-se novidades nas investigações sobre os tiros políticos, no Paraná.

Enquanto isso, no Rio, no que diz respeito à questão Marielle Franco, a polícia informou, ontem, que as investigações avançaram. Quanto ao ministro Fachin, ele, agora, está sob a proteção da Polícia Federal.

É isso, no momento.