Economia · Emprego · Educação

Polo de Tecnologia da UFPB promete criar milhares de empregos

Com o apoio da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o Polo de Tecnologia Extremo Oriental das Américas (Extremotec) foi criado, em João Pessoa, no final do ano passado. A iniciativa tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica e da inovação na capital paraibana.

O projeto de lei foi proposto pela Prefeitura e aprovado, em 19 de dezembro, pela Câmara Municipal. A casa legislativa também votou, na mesma data, alterações no Código Tributário Municipal, que auxiliam na viabilização do Extremotec. As alterações concedem incentivos fiscais para a atração de empresas da indústria criativa, que devem impulsionar a economia local, ampliando a oferta de vagas de trabalho e a arrecadação de impostos.

De acordo com o vereador Thiago Lucena (PMN), autor da indicação dos dois projetos, negócios inovadores com operações na Grande João Pessoa pagarão 2% de Imposto Sobre Serviços (ISS) à Prefeitura, em vez de 5%, e terão isenção de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Até então, esses benefícios eram restritos à ocupação na região do Centro Histórico da capital.

Lucena explica que o objetivo dessa redução tributária para toda a região metropolitana é tornar a cidade mais competitiva, sobretudo no Nordeste. Outras capitais já oferecem esse tipo de estímulo integralmente, a exemplo do Recife, que materializou o parque tecnológico e ambiente de inovação denominado Porto Digital, no Cais do Apolo. “A experiência de Recife demonstra que houve desenvolvimento para a cidade e para o Estado de Pernambuco. Campina Grande, na Paraíba, também estabeleceu seu projeto de fortalecimento tecnológico. Em junho de 2017, Natal, capital do Rio Grande Norte, aprovou plano semelhante”, relata.

Segundo cálculos da assessoria do vereador, uma organização que fatura R$ 500 mil por mês, por exemplo, deve contratar cerca de quatro mil funcionários e outra que presta serviços de Call Center será capaz de oferecer mil empregos diretos. Para Thiago Lucena, o provável aumento da arrecadação de impostos, gerados por essas empresas, compensará, ao longo do tempo, a redução da alíquota do ISS e a isenção do IPTU a elas concedidas.

O Extremotec e os incentivos à sua implementação foram tema de reunião no gabinete da reitora da UFPB, Margareth Diniz, em dezembro. Participaram o vereador, seu assessor Sérgio Almeida e o vice-diretor do Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR/UFPB), Euler Tavares, um dos articuladores da participação da universidade no polo tecnológico.

Sede na UFPB

A criação do Extremotec previa originalmente uma sede física, localizada nas dependências da UFPB. Contudo, conforme Euler Tavares, por conta de questões burocráticas, esse plano foi adiado. “Elaboramos um projeto arquitetônico, com a inserção das áreas de tecnologia e de energias renováveis da universidade, mas a proposta está temporariamente suspensa”, lamenta o vice-diretor.

Para o vereador Thiago Lucena, a construção de uma sede é um projeto consequente, já em articulação com a Prefeitura Municipal. O financiamento para construção do local será definido a partir dos limites orçamentários do município. “A UFPB é um importante parceiro para o desenvolvimento do Extremotec. Além de formar especialistas, pode colaborar através da pesquisa científica, a fim de apresentar soluções para os principais problemas de nossa capital”, destacou o parlamentar.

Instituto Farol Digital

Outra iniciativa que promete render bons frutos para a Paraíba, no campo da tecnologia, é o Instituto Farol Digital. Constituído em setembro do ano passado sob forma de associação civil, é integrado pela UFPB, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), pelo Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), pelo Governo do Estado da Paraíba, pela Prefeitura de João Pessoa, pela Associação de Usuários e Empresas Produtoras de Informática e Telecomunicações da Paraíba (Sucesu), pela Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep) e pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/PB).

Ainda sem sede e sem funcionar na prática, o Instituto apresenta-se, principalmente, com os desígnios de promover: o desenvolvimento econômico e social e o combate à pobreza; a educação gratuita; tecnologias alternativas e de defesa, preservação e conservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável;a difusão da ciência, tecnologia e inovação; e a prestação de serviços técnicos e científicos à comunidade diretamente ou por intermediação, entre outros.

FONTE: UFPB

Economia · Educação

Itens do material escolar variam em até 247%

Material escolar

A Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB) realizou uma segunda pesquisa comparativa de preços de material escolar e encontrou variações de até 247,06%. Essa diferença estava no preço do lápis tipo marca-texto da marca Tris. Ao todo, foram fiscalizados seis estabelecimentos entre os dias 5 e 8 de janeiro.

O marcador simples da Tris podia ser comprado a R$ 1,70 na Papelaria Pedro II, no Centro, enquanto a livraria Papel Mais, em Mangabeira, comercializava o mesmo produto por R$ 5,90, uma diferença de R$ 4,20. Nas mesmas lojas, uma caixa de lápis de colorir da Faber Castell com 36 unidades apresenta diferença de até R$ 37, de R$ 42 na papelaria até R$ 79 na livraria, uma variação de 88,10%.

Um caderno capa dura com espiral, de 10 matérias e 200 folhas do tema Jolie da Tilibra, varia até 43,63% e difere R$ 16,10. De R$ 36,90 na livraria Soteca no Centro até R$ 53 na GR Papelaria em Manaíra. Já o caderno capa dura de uma matéria com 96 folhas difere R$ 12,60 e variação de 63,32% com preços de R$ 19,0 na livraria Paperblue em Mangabeira até R$ 32,59 na GR Papelaria em Manaíra.

Foram pesquisados os preços de 182 itens escolares entre: resma (500 e 100 folhas), massa de modelar, tinta  guache, cola de isopor, apontador, borracha, corretivo, caneta hidrográfica de colorir, lápis de colorir, giz de cera, cola bastão, cola branca,  cadernos com cada dura e espiral de 10, 12 e 16 matérias, caderno capa dura de uma matéria, marca texto,  papel crepom (simples e parafinado), papel laminado, papel camurça, TNT, feltro,  cartolina dupla face, folha de papel celofane,  avental para criança e tesoura escolar sem ponta.

Economia · Política · Sociedade

Marcha dos municípios: CNM dá início às inscrições

CNM inicia inscrições para Marcha dos Municípios

O mais importante evento do ano do movimento municipalista já está com as inscrições abertas no site da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A entidade orienta prefeitos, secretários, vereadores e demais agentes municipais para que confirmem a participação na XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios e programem antecipadamente o deslocamento e a estadia na capital federal entre os dias 21 e 24 de maio, período em que será realizada a mobilização.

A entidade reforça que os participantes precisam estar atentos às orientações em razão da dimensão do evento que reúne anualmente milhares de agente municipais de todo o Brasil. Por isso, a recomendação da CNM é no sentido de que a compra de passagens, bem como reservas de hospedagem e demais serviços de hotéis sejam confirmados o quanto antes para evitar problemas de última hora.

 

Uma novidade neste ano implementada pela CNM é que os participantes poderão fazer o pagamento da inscrição por meio de boleto bancário. Essa medida atende a pedidos de anos anteriores e pretende viabilizar a participação dos municipalistas no evento em Brasília.

Presidenciáveis

A realização da Marcha neste ano é avaliada como muito importante para discutir a pauta prioritária, alternativas para os Municípios diante do atual cenário de crise econômica e também por ser um ano de eleições gerais. Em outubro, serão conhecidos os novos representantes no Congresso Nacional, nos Estados e o presidente da República. Antes disso, os candidatos à presidência da República terão a oportunidade de apresentar as suas propostas aos prefeitos e demais agentes municipais durante a Marcha. Está previsto um espaço na programação do evento para que os postulantes possam interagir e debater as demandas municipais.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, reitera a importância da participação de todos os municipalistas na mobilização e reforça que esse será o momento para pedir o compromisso de todos com o municipalismo. “Aproveito para convidar os senhores para a XXI Marcha onde vamos dar um pulo mais significativo na pauta municipalista e tentar aliviar o sofrimento dos Municípios. Vamos cobrar dos candidatos a presidente, a deputado e a senador para que eles se comprometam com a nossa pauta e com isso vamos buscar avanços”, orientou.

Para facilitar o acesso às informações da Marcha, a CNM lançou o hotsite do evento na rede mundial de computadores, vinculado ao portal institucional da entidade. Na página online é possível ter acesso a programação preliminar, ao vídeo sobre o evento e a convocação de Ziulkoski, além das inscrições e das fotos da edição de 2017 e de contagem regressiva para a abertura do maior evento mundial de autoridades municipais.

Ziulkoski reconhece que a atuação das entidades estaduais e das microrregionais é fundamental para garantir o sucesso do evento. Diante disso, ele conclama os líderes municipalistas para trabalharem juntos e para promoverem a maior Marcha da história, com conquistas reais e vitórias que refletem diretamente na qualidade de vida da população brasileira.

FONTE: CNM

 

 

Economia

Decisão de suspender ‘regra de ouro’ é de parlamentares e não tem apoio da equipe econômica, questiona Henrique Meirelles

Meirelles defende flexibilizar e não suspender regra de ouro

Dispositivo que garante que a dívida pública não pode financiar despesas correntes do governo federal, a regra de ouro é fundamental para a governabilidade do país e não pode ser suspensa, disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Ao sair de um evento evangélico na última sexta-feira (5) à noite em Brasília, o responsável pela economia brasileira defendeu a flexibilização em vez da suspensão da regra de ouro a partir de 2019.

O ministro defendeu a adoção de um sistema de contrapartidas, como o do teto de gastos, caso a regra que limita o endividamento do governo seja descumprida ao fim de um exercício fiscal. Dessa forma, ao se endividar mais que o permitido em determinado ano, seriam adotadas contrapartidas para os anos seguintes, como o congelamento de despesas obrigatórias. Segundo Meirelles, a sugestão de suspender a regra de ouro por alguns anos partiu de parlamentares e não tem o apoio da equipe econômica.

Novos mecanismos autorreguláveis

“Não gosto dessa proposta. Não aprovo. Precisamos criar mecanismos que sejam autorreguláveis. Isso é, se houver uma quebra da regra de ouro, que isso seja ajustado com normas constitucionais, cortando despesa, subsídios, congelando custos, de modo que a regra seja seguida. Queremos que a regra seja seguida e não suspensa”, declarou após o evento evangélico.

O ministro ressaltou que o cumprimento da regra de ouro está garantido para 2018. Ele, no entanto, disse que o limite de endividamento deve se tornar um problema para o próximo governo.

“Isso não é um problema para este governo. Este governo está com as contas controladas. Em 2018, vamos cumprir a meta [de déficit de R$ 157 bilhões], vamos cumprir a regra de ouro. Existe uma preocupação para os próximos anos, principalmente pela evolução das despesas obrigatórias, da Previdência, por exemplo. Então existe aí toda uma discussão de como fazer isso”, acrescentou Meirelles.

Trava fiscal

Introduzida pelo Artigo 157 da Constituição de 1988, a regra de ouro estabelece que o governo só pode se endividar para fazer investimentos (como obras públicas e compra de equipamentos) ou para refinanciar a dívida pública. Gastos correntes do governo federal, como salários de servidores, serviços, passagens e diárias, não podem ser financiados pela dívida pública.

Segundo relatório divulgado pelo Tesouro Nacional no fim de dezembro do ano passado, desde a promulgação da Constituição, a regra de ouro só foi descumprida uma vez, em meados de 2011.

No entanto, no fim daquele ano (data que é levada em conta pela Constituição), o limite voltou a ser cumprido. Por causa dos elevados déficits fiscais em 2015, 2016 e 2017, no entanto, o governo esteve próximo de descumprir a regra.

Em 2017, o teto não foi desrespeitado porque o Tesouro recebeu R$ 50 bilhões de títulos públicos em poder do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Neste ano, o banco devolverá R$ 130 bilhões ao Tesouro Nacional para garantir o cumprimento do limite.

Com informações da Agência Brasil

 

 

Cultura · Economia · Música · Sociedade

Vanessa da Mata usa cenário de Ilhéus e grava reflexões artísticas 

Vanessa da Mata em Ilhéus
Vanessa da Mata em Ilhéus

Não bastou ser mais um show na sua carreira. Foi preciso mais: registrar a beleza de Ilhéus, a força da cultura e da história da cidade. A cantora Vanessa da Mata está divulgando Ilhéus para os seus fãs em todo o mundo. No seu canal oficial no Youtube, uma rede social de compartilhamento de vídeos, ela postou na lista de “novos vídeos em janeiro”, a sua passagem pela cidade. Na praia revelou: “todo mundo canta. A pessoa que não canta, desconfio”.

No cenário paradisíaco das praias de Ilhéus, ela faz uma reflexão da sua arte. “A música é uma coisa incrível na vida de todo mundo e ficando pensando emocionada em saber que as pessoas pagam para ver me ver cantar, investindo o dinheiro delas ao que me dedico”, disse. Além das praias, cenas do filme mostram sua visita à Casa de Jorge Amado, à fazendas de cacau e à Catedral de São Sebastião, símbolos da cidade.

Um show – Vanessa da Mata realizou o show especial de reabertura da Concha Acústica de Ilhéus, localizada na Avenida Soares Lopes, no dia 15 de dezembro do ano passado, com seu novo espetáculo Caixinha de Música. Milhares de pessoas prestigiaram o evento, uma iniciativa do Governo da Bahia e da Prefeitura Municipal, que contou com a presença do governador Rui Costa, do prefeito Mário Alexandre e do vice-prefeito José Nazal.

Situada entre o Porto de Ilhéus e o Centro de Convenções, a Concha Acústica é o maior equipamento cultural público da cidade, com capacidade para quase 15 mil pessoas. Inaugurado em novembro de 1988, o espaço foi projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx na ideia de reurbanização da Avenida Soares Lopes. Mas, nos últimos anos, o equipamento ficou obsoleto. Agora, foi recuperado, passando a ser uma importante opção para shows populares na cidade.

Com informações da Prefeitura de Ilhéus

 

 

Cultura · Economia · Internacional · Música

Coreia do Sul: BTS ou Beyond The Scene estoura no mundo. Brasil: Anitta segue na trilha.

Bangtan Boys ou Beyond The Scene
BTS ou Bangtan Boys ou Beyond The Scene

Sérgio Botêlho

Há um fenômeno pop em ascensão no mundo, que, junto com ele, vem carregando o seu país de origem a reboque, para o bem da cultura e da economia local. Esse fenômeno chama-se BTS, ou, Bangtan Boys ou Beyond The Scene

Trata-se de uma banda sul-coreana formada por jovens que fazem coreografias no palco debaixo de feéricos jogos de luzes e efeitos visuais, que estão enlouquecendo os jovens ao redor do mundo. Uma velha fórmula que continua dando certo.

Suas músicas misturam o inglês com o sul-coreano, repetindo uma prática que vem sendo utilizada por grupos musicais de vários países, buscando, com isso, alcançar, pelo inglês, o maior número de pessoas possíveis, ao redor do mundo, levando a reboque a língua pátria.

Nas redes sociais, o sucesso da banda fica bem claro, no Brasil, com o sucesso da hashtag #BrasilPromoveBTS, pelo qual as jovens fãs locais, que se chamam B-Armys (com seu canto próprio chamado “fanchant”), estão promovendo o grupo para despertar o interesse em traze-los para uma turnê pelo país.

O BTS é composto por sete jovens, todos da Coréia do Sul, a saber: Jin, Suga, J-Hope, RM (Kim Nam-joon), Jimin, V (Kim Tae-hyung) , e Jungkook. Formado em 2013, o ano de 2017 parece ter sido o de maior prestígio internacional.

O bem que faz à economia da Coreia do Sul a ascensão internacional do grupo deve ser espetacular. Penso que é o mesmo bem que pode fazer, ao Brasil, a ascensão de Anitta, no cenário internacional.

É o mesmo bem que por exemplo fizeram ou fazem, ao Brasil, artistas do quilate de Tom Jobim, maestro Moacir, João Gilberto, Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, entre outros.

Não somente na música, mas, também, no cinema, é hora de o Brasil dar mais atenção ao seu segmento cultural buscando, principalmente, ficar bem longe de manifestações de ódio e de intolerância alicerçados em ideologias ou em dogmas religiosos absolutamente inúteis.

 

 

#BTS #BangtanBoys #BeyondTheScene #CoreiadoSul #BrasilPromoveBTS #B-Armys #Anitta

Economia · Política

Destaque: Boeing quer inclusão de área militar da Embraer em negócio das duas empresas e proposta deve gerar resistência no Brasil.

Boeing quer incluir setor militar da Embraer em negócio entre as duas empresas
Boeing quer incluir setor militar da Embraer em negócio entre as duas empresas

Sérgio Botêlho

Jornais da grande mídia abrem suas manchetes nesta terça-feira, 02, com 3 dos temas que estarão entre os mais destacados durante o ano: a violência, a política e a economia.

“Rebelião deixa 9 mortos em cadeia de Goiás Ano novo repete 2017 e começa com motins”, diz a manchete de O Globo. “Nome do PSDB tem de ter viabilidade eleitoral, diz FHC. O ex-presidente afirmou que o governador Alckmin ainda precisa provar ser capaz de aglutinar o centro do espectro político e de ‘transmitir uma mensagem’”, conta a manchete do Estadão. “Oferta da Boeing inclui área militar da Embraer. Acordo amplo deve sofrer resistências do governo, que teme por soberania”, informa a manchete da Folha.

*Outros destaques*

*ECONOMIA*. Alimentos, luz e gasolina serão vilões da inflação. Velocidade de trens no País é a menor em 15 anos. A renovação das concessões visa a estabelecer níveis de qualidade de serviço, além de multas altas se as metas não forem cumpridas. Transação acima de R$ 30 mil deve ser declarada à Receita Federal. Acima de todas as expectativas, venda de veículos cresce em 2017.

*POLÍTICA*. Lydia Medeiros: Cinco deputados federais devem deixar PMDB do Rio (a matéria, em O Globo) não nomeia os cinco. Metas de Crivella para o Rio ficam só no papel em seu primeiro ano (em O Globo).

*SAÚDE*. A partir de hoje, mais oito medicamentos para câncer e um remédio imunobiológico para esclerose múltipla terão de ser cobertos por planos de saúde, segundo rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (No Estadão).

*VIOLÊNCIA*. Com Exército em patrulha Natal vive dia de calmaria (Na Folha). Rebelião em Goiás mata 9, deixa 14 feridos e 106 presos escapam (Na Folha).

*INTERNACIONAL*. Protestos já têm 13 mortes e 400 detidos no Irã (Em O Globo). King Jong-um propõe o diálogo à Coreia do Sul (Na Folha).

*TEMER*. Presidente trata uretra a fim de evitar obstruções (Na Folha).

*LULA*. País não vai tremer se Lula for condenado (No Estadão). Mesmo sem candidato, Centro ataca populismo contra Lula e Bolsonaro (No Estadão). Dirigentes do PT aconselham Lula a se reaproximar do empresariado (Na Folha). PT fará ato extraoficial para abrir o viaduto Dona Marisa Letícia em SP (Na Folha).

 

 

Economia · Política · Violência

Projeções sobre a política brasileira e internacional apontam disputa feroz entre esquerda e direita

Expectativa geral para 2018: somos todos passageiros

Sergio Botelho

Neste 1º de janeiro de 2017, jornais chegam às bancas cheios de prospecções sobre as aspirações populares, a violência, a política e a economia, no país e no mundo, para 2018. “Reconstrução. Em Copacabana, público estimado em 3 milhões de cariocas e turistas celebra o novo ano com pedidos de mais segurança, empregos e um basta à corrupção”, conta a manchete de O Globo. Operações militares no País triplicam desde 1990. Levantamento do Estado mostra aumento das ações das Forças Armadas no combate ao crime nas ruas”, informa a manchete do Estadão. “Dois em cada três latinos terão novo governo em 2018. Com rumos díspares, países da região realizarão pleitos neste ano, sem promessa de ondas de esquerda ou direita”, avalia a manchete da Folha.

“Rio de Janeiro pode aprender com os erros. Resta saber se a classe política fluminense entende o que se passa, se percebe os erros cometidos e se, portanto, está disposta a não repeti-los”, provoca o editorial de O Globo. “Os primeiros obstáculos importantes à gestão eficiente das contas públicas em 2018 estão localizados no Legislativo e no Judiciário”, prevê o editorial do Estadão. “O país começa 2018 com perspectivas razoáveis na economia, mas sujeito a elevada incerteza política e ao risco de retrocessos”, analisa o editorial da Folha.

“2018 chegou. Mas o “enigma” das eleições, que há bom tempo vem regendo a política e, por tabela, a economia, ainda está longe de ser desvendado”, escreve a colunista Cida Damasco, do Estadão. “O destino político do Brasil e dos EUA depende como nunca do ecossistema digital. Hacking de urnas, exércitos de bots disseminados pelos russos, desinformação epidêmica na rede social são algumas das ameaças à democracia”, pondera a coluna Lúcia Guimarães, também do Estadão.

“O governo Temer vai recuar de uma decisão polêmica, o ministro Gilmar Mendes soltará mais um preso da Lava Jato e a pauta do Congresso se esvaziará durante o ano por causa das eleições”, diz o colunista Leandro Colon, da Folha. “Talvez nunca antes na história deste país o presidente da República no Brasil tenha sido tão poderoso quanto entre 2007 e 2014. De rei do pedaço, o presidente tornou-se quase bobo da corte. Até mesmo síndicos de massa falida precisam de algum poder de decisão”, defende o colunista Vinicius Mota.

Escândalos e virada à direita marcarão ano eleitoral na AL/_ Para o cientista político argentino Federico Merke, não há perspectiva de ondas de esquerda ou direita. “Vejo mais a disputa entre novo e velho, ideologia e pragmatismo”_/Eleitor de Bolsonaro é o mais ativo nas redes, diz Datafolha.  

Bondades de meio bilhão na Saúde: Ministro da Saúde, Ricardo Barros libera recursos de emendas parlamentares no penúltimo dia do ano/_Mesmo com promessa de reduzir pastas, ministérios subiram de 25 para 28 durante o governo Temer_/3 das 5 maiores economias da região irão às urnas — a Argentina ê exceção. México e Colômbia — onde não há reeleição —, além do Brasil, elegerão seus novos presidentes.

Usuários que estejam dispostos a reduzir o gasto de energia no horário de pico do consumo -que ocorre, com alguma variação por Estado, de 17h a 21h- poderão gastar menos com a conta de luz