Política

Revistas de final de semana: Veja sai em busca da vida de Lula na prisão. Época perscruta como pensam os jovens sobre a disputa presidencial

Enquanto a Veja perscruta a vida de Lula na prisão, Época faz enquete com jovens para saber de suas opções de candidaturas presidenciais.

Sobre as eleições 2018, Dora Kramer diz na Veja que os políticos não conseguem estabelecer diálogo com o eleitor. Em Veja, ainda, nova denúncia contra o ex-presidente Lula; revista também revela detalhes de investigações contra Temer.

Em Época, homenagem ao herói que salvara vidas no prédio que caiu em São Paulo, e que terminou morrendo. Na revista, ainda, matéria que analisa o definhamento institucional do Ministério da Justiça.

Sinopse das revistas Veja e Época:

Veja. “A vida de Lula na prisão. Veja teve acesso à ala restrita onde está o ex-presidente e revela os bastidores dos seus primeiros trinta dias de cárcere. ”. Essa é a matéria de capa da revista.

Destaques internos:

“A vida no cárcere. VEJA teve acesso à ala restrita do prédio onde Lula se encontra preso e revela os detalhes dos primeiros trinta dias de cadeia do ex-presidente”;

Dora Kramer. Perdidos e sem espaço. Políticos não acharam o caminho do diálogo com o eleitor”;

“Um negócio da China. Ops, na verdade é de Angola. A nova denúncia da Procuradoria-Geral da República reforça o papel de Lula no comando do propinoduto petista”;

Tique, taque. O ex-governador {Eduardo Azeredo} tenta último recurso, mas já admite sua aflição diante da perspectiva de prisão”;

“Presidente non grato. Investigação da PF afeta planos de alianças eleitorais e avança sobre familiares de Temer, vaiado ao tentar “solidarizar-se” com vítimas de tragédia em SP”;

Ainda não acabou. STF restringe o foro privilegiado para deputados federais e senadores, mas, para não perder o hábito das discussões intermináveis, nem tudo está resolvido”;

“Silêncio cúmplice. Outro atentado mostra que a violência partidária está ganhando terreno, enquanto políticos e autoridades obedecem a um mutismo condenável”;

Não ouvem, nem gritando. Jaques Wagner é espinafrado por petistas por sugerir duas verdades: que, como candidato, Lula está morto, e que, sem fechar alianças, seu partido naufraga”;

“Ritmo mais lento. O crescimento fica aquém das estimativas, e as consultorias começam a revisar para baixo as perspectivas para 2018”;

Escravos no século XXI. Mais de 160 000 brasileiros trabalhem em condições deploráveis — e o Brasil, que já foi exemplo mundial de combate a essa chaga, está ficando cada vez pior”.

 

Época. ”Meu primeiro voto. Treze jovens e seus treze candidatos à Presidência”. ”. Essa é a matéria de capa da revista.

Outras chamadas de capa:

“Um corpo que cai. ”.

“Pitonisas eleitorais”.

“As lições de maio de 1968”.

Destaques internos:

“Editorial: O novo sempre vem. A renovação da política depende da juventude. O voto jovem deve ser o início da reconstrução tão necessária para o Brasil”;

Personagem da semana. Tatuagem. Fragmentos da vida e últimos momentos do homem que salvou moradores do edifício em chamas, entre eles quatro crianças, e que morreu quando era resgatado pelos bombeiros”;

“Juventude engajada. Como você vota, jovem? Eleitores estreantes explicam suas escolhas para a próxima eleição presidencial”;

Romance da crise. “A tirania do amor” é, para mim, exemplo perfeito de livro “sintomático”, expressão literária de uma direita que, no Brasil de 2018, se pretende esclarecida”;

“Fim de governo. O Ministério que sumiu. Criado no Império por Dom Pedro I, o Ministério da Justiça, esvaziado pela criação do Ministério da Segurança Pública, vive o momento de menor prestígio político de sua longa história”;

O suplício da recuperação. Parafraseando Mario Henrique Simonsen, a inflação aleija, mas o desemprego mata”;

“Sinais do além. Meninos, eu vi. Apadrinhada por médiuns, sensitivos e paranormais, a campanha do senador Alvaro Dias à Presidência virou uma dor de cabeça para o tucano Geraldo Alckmin”;

Uma receita para curar a miopia democrática. A principal causa é a dificuldade das democracias liberais para entregar o mesmo patamar de crescimento econômico do passado”.

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